Dando continuidade a política de acrescentar serviços considerados básicos ao site-raíz do Twitter, agora a rede de microblog permite que os usuários coloquem de onde estão postando. Esse serviço já estava disponível por meio de sites terceiros, como Foursquare e Gowalla.
Mas o Twitter parece que não quer enfrentar esses sites (que ajudaram a popularizar o serviço, diga-se) e vai permitir que as informações sejam integradas.
Aos poucos, os usuários ganharam o botão “Add your location” abaixo da caixa de postagem. Pela imagem de divulgação, o serviço vai usar o mapa do Google Maps (não, eu ainda não ganhei o botão… btw, parece que o Twitter sempre me deixa por último em todas as novidades)
Via | Veja.com
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Isso é uma maneira um tanto inusitada de ganhar dinheiro… Uma mulher foi atropelada por um carro em uma estrada movimentada nos EUA, até aí tudo bem, agora ela vai processar o Google pois o fato ocorreu apenas por ela seguir as direções orientadas pelo serviço Google Maps.
A autora da ação é Lauren Rosenberg, que informa que a estrada não possui calçada para pedestres, porém mesmo sabendo disso a americana decidiu seguir o caminho sugerido pelo Goole Maps.
O serviço alerta para a possibilidade de locais sem acostamento, mas Lauren afirma que não viu o alerta na tela de seu BlackBerry ao fazer a consulta.
E o brasileiro é que é espertinho….
Via | G1
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Aperte play para começar a respeitar de imediato o Bing Maps, concorrente da Microsoft ao Google Maps. Sério, só não se impressiona quem veio do futuro.
Para ver o vídeo legendada, clique em “View Subtitles” e escolha seu idioma favorito.
Via | O Verso do Inverso
E não é que o Google se enroscou de novo em questões de privacidade com o Google Street View? Uma investigação da Alemanha provou que o Google não só fazia fotos em 360º como também armazenava o nome de redes wireless abertas e sem segurança.
Está lá o nome da rede e a localização desde 2006. Dados privados que não interessam a ninguém bem intencionado, certo?
O Google disse que foi um “engano” e que vai deletar tudo assim que as autoridades do país pedirem.
Com os carros do Google rodando pelo Brasil, fica a pergunta: o Ministério Público vai se mexer e apurar essa questão?
Via | Info
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O Google Maps para o sistema operacional de celulares Android ganhou uma série de melhorias.
A mais interessante das novidades é que agora o site faz rotas para andar de bicicleta, baseado na topografia do lugar e em ciclovias. No Brasil esse recurso deve trazer pouca diferença a rota a pé, já que ciclovias são raridade por aqui.
A menos interessante é a opção de tirar fotos dos locais e compartilhar instantaneamente no Maps. Sou contra a exposição extrema e acho que esse tipo de recurso só ajuda aos ladrões. Pode me chamar de reacionário.
Via | TG Daily

O Google acaba de incorporar uma nova funcionalidade ao Google Maps, seu já tradicional serviço gratuito de mapas. Trate-se de um plugin do Google Earth que permite aos usuários do site, ver imagens de prédios, monumentos e terreno em três dimensões.
Agora, não é mais preciso baixar o pesado programa para poder ver imagens melhores do que as disponibilizadas no serviço on line. A nova funcionalidade se encontra na nova aba do Google Maps chamada Earth View.
Para baixar o plugin gratuito é só clicar aqui.
[via TV canal 13]

Felizes dos usuários norte-americanos do Nexus One, o smartphone do Google que acaba de ganhar um dock que transforma o celular em um GPS. O sistema utilizado pelo aparelho é o Google Maps Navigation, o sistema de geolocalização gratuito do Android — apenas nos Estados Unidos.
O suporte já havia sido mostrado nas propagandas do aparelho, mas só agora o Google decidiu colocá-lo à venda. O dock está à venda no site da empresa por 55 dólares. Como já imaginávamos, nem o smartphone, nem o dock estão disponíveis no Brasil.
[via TechGadgets]
Este envelope com o Google Maps ainda é um conceito, mas a ideia é genial. Ao invés de simplesmente preencher o endereço, ele indica o local de onde a correspondência deve ser entregue.
Cá para nós, a interface do Google Maps é linda.
O projeto ainda é acadêmico, mas tem um errinho crucial: o mapa só é claro para quem mora a oeste do receptário da mensagem. Sim, o design só contempla o caminho indo de leste para oeste, mas isso é fácil de resolver.
O mais difícil era ter a ideia.
Via | Craziest Gadgets

A imagem acima é do mais novo produto do Google Labs: o Public Data. Como o nome deixa óbvio, o site trabalha a partir de dados públicos. Aí ele monta gráficos bem fáceis de visualizar e mexer com informações complicadas, como índice de mortalidade infantil, número de ocorrências de uma determinada doença em tal região, etc.
Dependendo do tipo de dado, dá para integrar com o Google Maps. A base de dados ainda é pequena e se enfoca mais nos EUA. Mas jornalistas, pesquisadores e estudantes já vão ter um bocado de coisa para ver ali.
A tradição manda o Google exibir um filminho sempre que lança um produto novo. Como o Public Data está cru, eles só fizeram uma apresentação de slides pelo Google Docs, que está logo depois do break:

Ela tem um nome complicado: NordicTrack x7i Interactive Incline Trainer, mas se propõe a fazer algumas coisas bem práticas, como por exemplo, traçar rotas através do Google Maps e tentar reproduzir ao máximo o local ponde onde o usuário estiver “caminhando”, inclusive com inclinação que imita a topografia real do terreno.
A tela de 7 polegadas integrada ao sistema Wi-Fi mostra os principais pontos turísticos ou marcos do caminho escolhido. O sistema de mapas mostra exatamente onde o usuário estaria se estivesse caminhando na rua.
O produto custa 3,5 mil reais. Caminhar pela rua não custa nada.
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