
Para quem tem mais de uma conta no Google e é forçado a navegar em cada uma delas em browsers diferentes, eis uma excelente notícia. O Google está testando uma ferramenta que permite vários logins no mesmo navegador.
Ou seja, se eu tenho meu Gmail aberto com a conta X, mas quero abrir o Google Docs de uma conta Y, o Google vai permitir de maneira simples e fácil.
Uma ação que vai cortar os “segundos browsers” de muita gente. Google está com fé no taco do Chrome.
Via | Terra
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Começo da conclusão, já que a essência da notícia vc já leu ali no título: vai ser muito, mas muito, muito mesmo, difícil do Google fazer uma rede social a ponto de desbancar o Facebook. Eu tenho certeza que os donos do Google sabem disso, mas mesmo assim, eles estão trabalhando nisso.
E não vai ser a primeira vez. YouTube, Buzz e (claro) Orkut são ferramentas sociais que simplesmente não engrenaram e não ameaçam a supremacia do Twitter em microblog e, muito menos, do Facebook.
Mas o Google tem um trunfo importante, desperdiçado quando fez o Buzz. São milhares de usuários de seus serviços (Gmail, o principal). Uma plataforma que unisse tudo seria deveras interessante. Mas é difícil de crescer hoje sem ter um pouquinho de conectividade com os líderes.
Via | Computer World
A próxima versão do Gmail já usará HTML 5, o novo padrão para a internet que é uma das grande apostas do Google.
A vantagem deve estar na velocidade. E convenhamos, o Gmail está cada vez mais arrastado de carregar. Ok, mea-culpa: vivo colocando widgets novos, que pesam bastante.
Só não entendi muito bem um ponto. Parece que o (inútil) Google Gears vai fazer parte da jogada no começo, mas gradualmente será substituído por o padrão de armazenagem de dados do HTML 5. Qual é esse padrão? Não me pergunte, mas deve ser melhor. Nénão?
Via | IT Espreso
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Três meses depois do Orkut, o Gtalk do Gmail ganha novos botões. Com eles fica mais fácil fazer chat em grupo, chamada por vídeo e audio no bate-papo integrado ao serviço de e-mail do Google.
Só “mais fácil”? Sim, pequenho gafanhoto. As funcionalidades já estavam disponíveis escondidas no menu opções. Era só fuçar.
O atraso do Gtalk evidencia que o Google está regulando sua banda - quer queira quer não, quando o usuário tem um botão na cara, acaba usando mais o serviço. Outra inferência que se tira é que o Orkut virou um campo de testes do Google, já que ganhou antes.
Ah, antes que eu me esqueça: esses recursos estavam disponíveis na versão software do Google Talk há um bom tempo (mais de dois anos, me arrisco sem googlar). Mas ninguém usa o software, então… deixa para lá, quem se importa.
Há mais ou menos um ano, uma revolução na internet foi prometida pelo Google com seu serviço Google Wave. Especialistas analisaram o site e reconheceram que a coisa era quente, com programação complexa e suave. Só que no meio dessa babação toda, esqueceram de dizer para que servia a tal onda.
Lars Rasmussen, a cabeça por trás do Wave, reconheceu que isso não foi bem explicado. E nesse pedido de desculpas, ele não disse ainda para que exatamente serve o serviço. Apenas mencionou que a qualidade do feedback vem melhorando. “Ele veio a público de uma forma crua”, disse Rasmussen.
O destino do Wave é bem claro para mim: ele vai se integrar com o Gmail em breve. Grande parte da tecnologia do Buzz foi feita com o know how do Google Wave.
Só espero que tenha a possibilidade de desligar aquele serviço de mensagem em tempo real, onde você vê o que seu interlocutor está escrevendo e apagando. Acho bem legal para conversas informais, dá para antecipar o que o outro vai dizer que nem em conversas ao vivo. Só que para uma boa parte dos diálogos via net, isso pode levar a micos desastrosos.
Via | PC Mag
A Microsoft finalmente se recuperou do atropelo de um caminhão chamado Gmail (de 2004, diga-se) e finalmente adicionou recursos que hoje são necessários para seu Hotmail.
A maioria das coisas que nós aprendemos a amar no mail do Google está lá: agrupamento de e-mails em conversações, abrir arquivos anexados de Word em um software web-based tipo Google Docs, entre outros.
Vantagens: tem mais espaço (começa em 5GB e pode crescer conforme o uso a até 20GB), está mais integrado a redes sociais e tem um filtro de mail inteligente para aquelas notificações automáticas de redes sociais. Isso sem contar o gigablaster poder mandar e-mail com 10 GB de arquivos anexados. O limite individual de cada arquivo é 50 MB, mas nada impede que você envie 200 arquivos. Espero não estar entre os seus destinatários.
Microsoft, bem-vinda ao século 21.
Lembra dos ataques hackers que o Google sofreu em dezembro, que culminaram com a saída da empresa da China? Existe a possibilidade do buraco ser mais embaixo.
Especialistas em computação apontam para a possibilidade de uma falha no Gaia, o sistema de senha do Google que permite logar uma vez para ter acesso a vários serviços (loga no Gmail e abre o Google Docs sem colocar o password de novo, por exemplo).
Isso leva a uma questão-chave: um único ataque hacker pode colocar em xeque dados pessoais de milhões de usuários. É hora de repensar a navegação nas nuvens urgentemente.
Via | NYT
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Para anexar um arquivo no Gmail, agora basta clicar e arrastar o arquivo. O novo recurso está disponível por enquanto apenas para o Firefox 3.6 e o Chrome, mas o Google diz querer expandir em breve para outros navegadores.
Usar o recurso é simples. Basta selecionar os arquivos e arrastar para a janela do Gmail. Uma faixa verde indicará o lugar para os arquivos serem soltos.
O clique e arraste usa recursos de HTML 5, plenamente suportado pela engine Gecko, que o Firefox usa, e parcialmente suportado pela WebKit, usada pelo Chrome e Safari.
Mais um recurso para consumir o espaço do seu e-mail. A mim, me sobram 11 MB.
Via | Mashable
Poucas vezes o Google se atrapalhou tanto no lançamento de um produto como aconteceu no caso do Buzz. O serviço de microblog integrado ao Gmail saiu adicionando e escancarando relações que os usuários nem sempre queriam que fosse vista -um cara que troca mails com uma ex-mulher pode ter problemas, por exemplo.
Depois do lançamento que o Google deixou claro onde estavam os botõezinhos que permitem regular o Buzz. Agora o Google resolver fazer uma rechecagem geral. Se você abrir o Buzz, provavelmente vai ver uma tela com as pessoas que você seguem, quem te segue e os sites conectados, explicando tim-tim por tim-tim o que está sendo exposto com isso. Embaixo há um botão de “parece bom para mim”.
Bem simples. Mas a afobação do Google em querer superar o Twitter queimou tanto esse serviço que vai ser difícil ele ser uma ameaça.
Via | PCMag
O jornal estatal “China Business News” antecipou que o Google vai sair da China em abril. O anúncio oficial pode ser feito na segunda-feira pela empresa.
É um fim melancólico de uma série de atritos que se deram no início do ano entre o maior buscador da internet e o governo chinês. Tudo começou com uma suposta violação de várias contas de Gmail de ativistas. Depois vieram uma série de sites falsos do Google que a China não moveu uma palha pela propriedade intelectual da empresa.
Aí um incidente diplomático foi armado, com o governo norte-americano prestando apoio ao Google. A empresa ainda ameaçou quebrar a censura imposta em seus sites, mas de nada adiantou.
Agora, como ficam as parcerias que o Google montou na China?
Via | Estadão.com.br