
Acabaram de vazar na internet imagens do tablet da Dell, o Streck. Ainda não se sabe muito sobre o produto, só que ele tem tela sensível ao toque de 5 polegadas — maior que um smartphone e menor do que o cocorrente iPad, por exemplo.
O Streak tem câmera frontal, que pode ser utilizada para videochat, além de uma câmera traseira de 5 megapixels com flash e resolução de 800 x 480.
Tratemos mais informações em breve. [Engadget]
Uma pequena empresa do Recife com 30 funcionários quer peitar a Amazon, Sony, Apple*, Microsoft* e quem mais ficar na frente do mercado de e-readers. No melhor estilo Asterix contra Roma, a empresa Mix Tecnologia pretende lançar em julho o Mix Leitor D.
Segundo os donos da empresa, o principal nicho a ser atacado é nas escolas, já que o Brasil seria o país que mais consome livros didáticos no mundo (primeira vez que leio esse dado). Logo, os alunos poderiam economizar um bocado ao longo de sua formação letiva comprando e-books. Ousado, já que é bem difícil convencer os professores a aposentarem o livro e sem ter nada que garanta que o equipamento vai estar ainda atual da 1ª série até o fim de sua formação - estamos falando de décadas, portanto.
A força do Mix Leitor D parece estar no Inter Quiz, sistema que promete fazer provas e testes, com o compartilhamento dos resultados com outros usuários. Agora, se tomarmos o Mix D como um e-reader a ser vendido normalmente nas lojas, ele não faz feio. Dá só uma olhada nas características do aparelho:
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O primeiro intervalo do Oscar nos EUA trouxe o comercial do iPad, o netbook fino e sem teclado da Apple (essa definição eu nunca tinha usado). É esse vídeo que está aí em cima.
Ao mesmo tempo, surge a informação de que o atraso do iPad que era prometido para ser vendido em março mas só deve chegar aos consumidores dia 3 de abril, se deu por causa de um problema no software. Ou seja, culpa da Apple, e não de um fornecedor chinês obscuro, que geralmente levam a culpa por todo e qualquer defeito de um equipamento norte-americano.
É bem estranho que isso aconteça, já que o iPad é um iPhonão (essa definição já foi usada). Seria necessário apenas um upgrade no sistema operacional do celular, na teoria.
Não é a primeira vez que a Apple derrapa em coisas simples. O Mac OS X Snow Leopard teve vários patches depois do lançamento. Parece que eles não aprenderam a lição.
Via | The Inquirer
O tablet da Apple, Ipad, entra em pré-venda na sexta-feira que vem, dia 12 de março. Os usuários poderão pôr as mãos no aparelho a partir de 3 de abril.
As datas são para os modelos equipados só com Wi-Fi, sem 3G.
O preço do modelo de 16GB é U$ 499, 32 GB sai por U$ 599 e o de 64 GB custa U$ 699, sem contar impostos, frete, etc.
Via | The Washington Post
É difícil ser inovador em termos de design em se tratando de tablets. É praticamente uma tela quadrada. Mas é notável que o ExoPC Slate parece muito com o iPad.
As configurações de hardware também são parecidas: Atom N270 de 1.6GHz, memória RAM DDR2 de 2GB e espaço de 32GB SSD com expansões por SD.
Na parte de software a coisa muda bastante. O sistema operacional é o Windows 7 - ou seja, é compatível com Flash, uma grande vantagem em relação ao (só-uso-html5-mimimi) iPad.
Até o preço é parecido: U$599, o mesmo do iPad de 32GB. O começo das entregas será… em março! Até isso é igual…
Via | Engadget
A Amazon abriu as inscrições para quem quiser desenvolver aplicativos para o e-reader Kindle. Para isso basta baixar o kit de desenvolvimento neste site.
As inscrições são limitadas e o conjunto de softwares para o desenvolvimento ainda estão em fase beta - ou seja, pode ser que ocorram bugs.
A Amazon promete deixar 70% do lucro com o desenvolvedor.
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A Apple inflacionou o mercado de e-books com acordos firmados para o iPad, o que afeta diretamente os concorrentes Kindle, da Amazon, e Nook, da Barnes&Noble.
A Apple firmou acordo com as editoras garantindo 70% dos ganhos com os livros virtuais. Agora as editoras querem as mesmas condições nas outras lojas virtuais, como na Amazon.
A editora Macmillan já conseguiu um aumento no preço dos livros, que chegaram a ser oferecidos por U$ 9,99 em dezembro. Nos próximos dias, as publicações da editora devem sair entre US$ 12,99 e US$ 14,99, aumentando a margem da editora.
Isso que o iPad nem começou a ser vendido ainda.
Via | Estadão.com.br
A E-Ink, fornecedora da tela dos e-readers, saiu à luz para botar em cheque o iPad.
Russ Wilcox, CEO da empresa responsável pela tela dos Kindles da vida, admitiu que o iPad é um grande equipamento de entretenimento e ponto. Para leitura de verdade, o melhor, segundo a opinião dele, é ficar com os e-readers, que são mais baratos, mais leves e confortáveis para ler - tanto de noite quanto de dia.
Wilcox não é a opinião mais isenta do mundo para comentar o iPad. Mas teria ele um pouco de razão?
Via | Engadget
Logo depois do lançamento do iPad, a expressão iTampon subiu para os trending topics mundiais do Twitter, mostrando que o último produto da Apple errou a mão em vários aspectos - até no nome. “Pad” nos Estados Unidos é uma outra forma de chamar o absorvente feminino. Essa foi só uma das piadas que circularam na rede sobre o aparelho - veja outras aqui.
A Apple trabalhou muito bem para manter o interesse no tablet. Vazamento controlado de informações, incentivo a especulações, parcerias sendo fechadas atrás dos panos, etc. Conseguiu criar expectativa, sem dúvida. Mas fora do maravilhoso mundo do marketing, o iPad falhou.
Primeiro é difícil entender quem vai usar-lo. Não é tão portátil quanto um celular e não tem várias funções clássicas dos aparelhos telefônicos da atualidade, como câmera. Nem é confortável o bastante para tarefas complexas quanto um notebook ou netbook. Não tem teclado, não tem multi-tarefa, não tem USB. Só funciona no maravilhoso mundo da Apple e seus aplicativos, já disponíveis no iPhone/iPod Touch.
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O Twitter estreiou para um número limitado de usuários os tranding topics locais. Trocando em miúdos, trata-se de um recurso que mostra os assuntos mais discutidos na cidade ou no país.
O recurso por enquanto está disponível para um número ínfimo de usuários (1%, segundo alguns) e para poucas cidades. Como país, o Brasil está incluído, mas a única cidade brasileira a ter seus assuntos separados é São Paulo.
Mais uma vez, o Twitter ignora/trata mal o 2º país que mais tem perfis no site. Uma pena. Acho que mais cidades brasileiras mereciam já estar usando o serviço. E mais usuários também - pelo que percebi na public timeline, a imensa maioria dos que receberam acesso à nova ferramenta são estadunidenses.
Via | Pop